1) Ficha do paciente organizada
Preferências, restrições, rotina, metas e observações precisam estar fáceis de consultar. Isso reduz erro e acelera atendimento.
2) Plano alimentar com histórico
Planos mudam. Ter versões e histórico evita confusão e permite comparar “antes e depois”.
3) Aderência (o que define resultado)
A maior diferença entre plano “perfeito” e resultado real é a adesão. Check-ins simples (por refeição/por dia) e observações ajudam a ajustar.
4) Relatórios para ajuste
Visualizações claras (peso, medidas, metas, aderência) orientam a próxima intervenção — e facilitam explicar para o paciente.
5) Colaboração com personal
Se você trabalha com times multidisciplinares, procure papéis e consentimento para compartilhar apenas o necessário e registrar quem acessou o quê.